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sexta-feira, março 20, 2009

no ar... QUITO




ANTENAS 13: JORGE NUNES desde Lisboa, Portugal

Este viernes 27 de marzo (18h30 de lisboa) la serie 13 deAntenas - Intervenciones tiene como invitado al artista JORGE NUNES.

Jorge Nunes es músico y paisajista sonoro. Como baterista fue parte de varios proyectos experimentales. En el año 2007 fundó junto a Ana Saramago, Carlos Ferrer,Dina Duque y Vasco Albergaria el Colectivo sonoro/visual A NAKED LUNCH

A finales del 2008, inició una seriede piezas sonoras basadas en la traslado de los principios de la escrita automática de Jack Kerouac y del copy/paste de William Burroughs a la música.

Jorge Nunes basa su trabajo en improvisaciones a partir de la manipulación de objetos no musicales, registros y sintetizadores. Apuntando a sonorizar una Lisboa imaginaria que tiene referenciaen los ambientes de MOURARIA, el barrio multiétnico donde nació el Fado. Ha publicado varios discos de edición limitada, sonorizó el documental RUINAS del realizador Manuel Mozos y colabora habitualmente con proyectos de multimediay danza como RESIDENTES.

ANTENAS 13: JORGE NUNES desde Lisboa, Portugal incluirá una selección de paisajes sonoros de la ciudad de Lisboa y composiciones de los álbumes: COMPRIMIDO,NINHO COSMICO y su proyecto on-line SOUNDSACAPES (http://www.soundescapes.blogspot.com/)

ANTENAS 13: JORGE NUNES desde Lisboa, Portugal se puede escuchar vía satélite y antena por 240 emisoras asociadas a ALER y por internet en: aqui ou aqui


Viernes
27 de marzo 2009a las 13h30, hora de Quito (GMT-5)


ANTENAS- INTERVENCIONES es un proyecto Al-Aire / En-Línea / In-Situde Centro Experimental Oído Salvaje y La Sonora: red experimental de radiosy prácticas artísticas con sonido con el apoyo de la AsociaciónLatinoamericana de Educación Radiofónica.Concepto y dirección: Fabiano Kueva y Mayra Estévez TrujilloProgramación: Fabiano KuevaCoordinación transmisión: Edgard Lazo e Ivonne Pico

terça-feira, março 17, 2009

CENTRO EXPERIMENTAL OIDO SALVAJE


Em breve por aqui

Colectivo de radio arte y arte sonoro creado en Quito, Ecuador, en 1996, por un grupo de artistas de diferentes medios y geografías.

* Bajo el nombre de RAEL (Radio Artística Experimental Latinoamericana) desarrolló una serie de talleres, audio foros, performances y mantuvo al aire el primer programa de arte sonoro de la radio ecuatoriana “Navegantes del Eter”, entre 1998 y 2000. A partir del año 2002 RAEL se convierte en el Centro Experimental Oído Salvaje, teniendo como miembros permanentes a Iris Disse (Alemania), Mayra Estévez (Ecuador) y Fabiano Kueva (Ecuador), quienes alternadamente trabajan como realizadores, guionistas o productores de obras generadas en colectivo, proyectos de carácter individual o apoyo a proyectos de colectivos artísticos afines.

* OÍDO SALVAJE es actualmente un espacio internacional para la creatividad sonora, con epicentros en Quito y Bogotá, que tiene como objetivo constituirse en una red para generar, difundir y ampliar las experiencias desarrolladas en Latinoamérica durante la última década en el ámbito de la radio innovativa y el arte sonoro, además de establecer diálogos con artistas e instituciones de otras latitudes.

* Entre nuestras actividades eje está generar una serie de trabajos que, cubriendo campos como la transmisión radial, satelital y web; el emplazamiento en espacios públicos y simultáneamente museos y galerías; la circulación en CD y DVD, logren insertar, de manera eficiente, la actividad artística con el sonido como una alternativa de producción y consumo a la tradición visual de las artes. *


:)

terça-feira, fevereiro 17, 2009

dodo das maurícias


segunda-feira, fevereiro 16, 2009

ouvir... residentes...


imagem: ana saramago
...a "naked records" editou ontem o disco "residentes"... construído a partir de um conjunto de impressões dos alunos do workshop RESIDENTES, de ana santos... um único tema, de 56 minutos, serviu de base para um improviso colectivo (dança), numa aula aberta, no estúdio ACCCA...
download AQUI

domingo, fevereiro 15, 2009

verdes anos...

verdes anos


... verdinhos...

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

SOUNDSCAPES... sonho


imagem: ana saramago
... esta saiu particularmente bem... gostava que vissemouvissem... AQUI... sonho... numa fase vigília absloluta... demasiada realidade ultimamente...

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

ninho cósmico







artwork: jorge vieira


o segundo disco está aí, desta vez pela "enough records"... o download pode ser feito em http://enoughrecords.scene.org/ (enrmp199)...


"enrmp199 - Jorge Nunes - Ninho Cósmico + Experimental ambient (with field recordings) album by Lisbon resident Jorge Nunes who also recently released at fellow portuguese netlabel XS Records and is more known for his work under the anakedlunch collective".



quinta-feira, fevereiro 05, 2009

soundscapes III - a noite... especiaria...

imagem: ana saramago
a terceira paisagem sonora... a passagem aérea de alcântara... pelos vistos condenada... passado... memórias... noite... especiarias...
a verouvir aqui

domingo, fevereiro 01, 2009

imagem: protecious

quarta-feira, janeiro 28, 2009

soundscapes II - toma conta de mim

imagem: ana saramago
... toma conta de mim... alguém caminha encosta acima... pesado(a)... no cimo a voz (acalma)... toma conta de mim... descida harmonia...

segunda-feira, janeiro 26, 2009

workshop RESIDENTES


imagens: ana santos

sexta-feira, janeiro 23, 2009

outros espaços... SOUNDSCAPES

foto: ana saramago
... um projecto novo... em parceria... ana na imagem... jorge no som... um blog de paisagens (sonoras)...
o primeiro post é dedicado à garagem... hermética...
a verouvir aqui

terça-feira, janeiro 20, 2009

workshop RESIDENTES

Mês de Janeiro

Dias 10, 11, 17 e 18 das 12h/15h
Movimento contemporâneo, composição e improvisação
com Ana Santos
Captações e Ambiente Sonoro: Jorge Nunes
Dia 18 das 13h45/14h45 - Apresentação informal
Final Bloco I- Exercicío de Improvisação em Grupo
Orientação: Ana Santos
Alunos: André Mourão, Laura Lopes, Laura Almeida, Gabriela Farinha, Mathieu Ehrlacher, Ura Carvalho, Rita Matias
Ambiente Sonoro: Jorge Nunes
Local:Estúdio ACCCA Edificío Interpress Entrada pela Rua dos Caetanos, 26, 1ºposterior (em frente ao Conservatório de Música) no Bairro Alto
já aconteceu... a partir de captações (diálogos, opiniões, sentimentos em relação aos primeiros 3 meses do workshop), elaborou-se um ambiente sonoro de cerca de uma hora, a partir do qual os alunos fizeram um exercício de improvisação, em grupo, aberto ao público, no dia 18 de Janeiro... em breve fotos e mais impressões sobre isto da música para dança...

sexta-feira, janeiro 16, 2009

sexta-feira, janeiro 09, 2009

COMPRIMIDO


artwork: vasco albergaria


... o primeiro disco a solo está aí, editado pela XS Records. O download é gratuito - AQUI


ouçam... façam o download e... se gostarem... divulguem por todo o lado...

aconselho que façam o dowload do ficheiro VBR ZIP, é mais pesado (71 megas) mas os ficheiros estão com mais qualidade.

mais em
www.myspace.com/jorgenunes



sobre COMPRIMIDO:

Nascido do e para o rock, com experiências vividas na bateria de projectos como New Connection e Coty Cream, há já algum tempo que Jorge Nunes se tem deixado levar para outros terreiros sonoros. São eirados do experimentalismo e do improviso - de estúdio e ao vivo - onde faz uso de todo e qualquer cangalho para a criação dos mais diversos ambientes electroacústicos. Figura aglutinadora do colectivo A Naked Lunch e face da dupla criativa Mouraria Beat Ensemble, Jorge Nunes é ainda um dos pólos dinamizadores do projecto de criação artística Cápsula. Mas hoje, o tema é ele mesmo, Jorge Nunes e a sua estreia a solo. Ele só e a sua oficina, uma tal de Garagem Hermética.

No meio de toda esta efervescência criativa, Jorge Nunes abre o ano de 2009 com uma bomba em estilo "Comprimido"; qual complexo químico ou arma de arremesso a lembrar o Dr. Robert Moog - esteja ele onde estiver desejando que esteja em paz - que continua a valer a pena ter criado nos idos 60 aquele extraordinário aparelho de som sintetizado. O Moog. É ele que serve de primeiro veículo transmissor ao universo em turbilhone que aqui vem comprimido. Ele e mais alguns pedaços arrecadados ao espaço e ao tempo por um moderno iPod de toque. Mas adiante que a loucura não espera; Desespera.

Já descomprimido, começa-se a esperada viagem por ambientes meio alucinados, soturnos, os mesmo que servem de itinerário a boa parte da história a solo de Jorge Nunes. São os típicos momentos de alucinação. Associe-se Kerouac, Burroughs e restante companhia do alegre desvairo. Outros dirão bizarro. Com maior ou menor complexidade, aplicando com originalidade os princípios da escrita automática de Kerouac à sua música, em "Comprimido", Jorge Nunes privilegia não só o som como o não-som, ou melhor, o silêncio, a forma como este perspectiva a paisagem e deixa espaço para distinguir o que nos é dado a imaginar: mensagem; uma complexidade; a perplexidade que se mantém.

Banda sonora de um ambiente ficcional, "Comprimido" obriga a relevar, oferece-nos o tempo para imaginar os estranhos cenários que coexistem, perceber as personagens - pelo menos tentar, participar e perigosamente ficar. Porque o tempo não passa. Porque os relógios perderam os ponteiros. Estranho e admirável espaço de meditação este, de deambulação pela mente de mundos e coisas quiméricas; muitas coisas; todas. Sempre imaginário, mais ou menos irreal, abre-se um mundo de mistério, um enredo de personagens estranhas e perdidas, um mundo de mistério adensado pelas palavras de Kerouac balbuciadas pelas máquinas do homem. Disformes máquinas. Isto, enquanto várias cenas se repetem em diferentes episódios de um mesmo filme, numa construção típica do copy/paste da escrita fantástica de Burroughs. São seis faixas de um filme só, que se completam e sobrepõem num eterno e contínuo retorno; um ciclo vicioso de onde não se sai nunca, a menos que a fome ceda.

No fim, já perto da luz que nos há-de fulminar, fica a praia de Aljezur, o tranquilizante para espíritos em sobressalto. Para espíritos por saciar. Até que a fome ceda.

por Rui Dinis (A Trompa)

Natal em Marte



O filme de animação Natal em Marte foi especificamente preparado para a Festa de Natal do Programa Escolhas de 2008 (Teatro Académico Gil Vicente, Coimbra, 19 de Dezembro de 2008).

Resultou da conjugação de dois workshops: “Workshop de Cinema de Animação”, de
Eduardo Amaro e, “Workshop de Música para Imagens”, de Jorge Nunes (em representação do colectivo CÁPSULA).

Foi inteiramente realizado por uma turma de 3º ano da EB1 da Apelação (28 crianças com cerca de 7 anos de idade). A turma foi dividida em dois grupos, sendo que um deles ficou responsável pelo filme e, o segundo, pela banda sonora.

As crianças conceberam a história, criaram as personagens e todos os cenários e filmaram elas próprias o filme, com a supervisão de Eduardo Amaro. Paralelamente, o segundo grupo concebeu todo o ambiente sonoro, com recurso a instrumentos musicais por vezes construídos por eles próprios (com a ajuda dos pais). Todas as letras e execução musical foram da sua inteira responsabilidade. A apresentação do filme na Festa de Natal do Programa Escolhas foi musicada, ao vivo, por este grupo.

sexta-feira, janeiro 02, 2009

quinta-feira, janeiro 01, 2009

ninho cósmico (demo)


..."ninho cósmico" em audição, AQUI...

ainda uma demo, com as primeiras camadas, gravada na "garagem hermética" nos últimos dias de 2008...

segue-se a produção e misturas, a cargo do colectivo ANAKEDLUNCH

sábado, dezembro 27, 2008

flamingo aljezur


uma ave rosada... deprimida... encharcada de mateus... (rosé)... atinge a serenidade para os lados de aljezur (vale dos homens)... foi aí que decidiu morrer...

"flamingo aljejur" pode ser ouvido em http://www.myspace.com/jorgenunes

segunda-feira, dezembro 22, 2008

Dizem que a paixão o conheceu


dizem que a paixão o conheceu

mas hoje vive escondido nuns óculos escuros

senta-se no estremecer da noite enumera

o que lhe sobejou do adolescente rosto

turvo pela ligeira náusea da velhice




conhece a solidão de quem permanece acordado


quase sempre estendido ao lado do sono


pressente o suave esvoaçar da idade


ergue-se para o espelho


que lhe devolve um sorriso tamanho do medo




dizem que vive na transparência do sonho


à beira-mar envelheceu vagarosamente


sem que nenhuma ternura nenhuma alegria


nenhum ofício cantante


o tenha convencido a permanecer entre os vivos




al berto